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Descoberta a razão de muitos problemas da vida dos adultos

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Vincent Felitti, médico norte americano, descobriu uma relação direta entre as experiências adversas na infância e muitos problemas da vida dos adultos. O tema rapidamente apaixonou toda a comunidade científica.

O que eles perceberam muito claramente foi que o estresse tóxico durante a infância é a causa da maioria dos problemas da sociedade. Doenças físicas e mentais, depressão, ansiedade, relacionamentos abusivos, hábitos pouco saudáveis, insucesso escolar e profissional, vícios, dependências de substâncias, violência e criminalidade têm uma causa comum e está identificada. As estatísticas dizem que mais de 60% das pessoas foram vítimas; mais de 16% são casos graves.

Crianças que foram ignoradas, abandonadas, abusadas, negligenciadas física ou emocionalmente, que convivem com a pobreza, com a doença mental ou com a violência estão praticamente condenadas a uma vida de sofrimento. 

E, em média, morrerão 20 anos mais cedo. 

Serão provavelmente adultos inseguros, doentes, sem estrutura, sem referências. Terão um comportamento errante. Serão julgados, abandonados, humilhados durante todas as suas vidas. Causarão as mesmas experiências aos seus filhos e o ciclo continuará perpetuamente. 

O problema é grave e afeta pessoas de todas as classes sociais e praticamente todas as famílias. Vivemos numa sociedade acelerada que facilmente passa o seu stress às crianças. As consequências são para toda a vida. As EAI podem gerar problemas de foro neurológico, afetando a capacidade de maturação das estruturas cerebrais, envolvidas na regulação emocional, o controlo do stress e os processos de autocontrolo.

A Missão Pertinente é uma associação sem fins lucrativos que se propõe a criar um movimento social para travar este problema. Estamos a juntar cientistas, técnicos, pais e toda a comunidade para criar e implementar estratégias sólidas para travar as experiências adversas na infância e as suas consequências. O tema envolve as áreas social, da saúde, investigação, da educação e da vida comunitária. Há muito para fazer. 

É uma longa missão, mas é pertinente. Podemos fazer este caminho: da adversidade à resiliência.

Tu podes ajudar-nos a fazer a diferença. Podes tornar-te sócio. Podes tornar-te voluntário. Podes fazer-nos chegar o teu donativo. Podes passar a palavra aos teus amigos. 

Precisamos de ti. Junta-te a nós. Vamos fazer a diferença. Vamos construir um mundo mais acolhedor e mais justo.

Por ti, pelos teus, por nós, por todos.”

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O stress tóxico durante a infância é a causa da maioria dos problemas da sociedade.

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A situação é muito grave. Os estudos publicados e a literatura são unânimes em confirmar que que a exposição numa idade precoce, a níveis demasiado elevados ou exposições ao stress demasiado prolongadas, a ocorrência de maus-tratos, a conflitualidade familiar, os acontecimentos de vida stressantes e as condições de vida adversas, podem acarretar o prejuízo de múltiplos sistemas orgânicos, incluindo regiões do cérebro como a amígdala, o hipocampo e o córtex pré-frontal. As alterações na neuroplasticidade destes sistemas cerebrais, por sua vez, podem influenciar a reatividade ao stress e os próprios ritmos de envelhecimento. Em situações de stress tóxico ou adversidade crônica, estas alterações assumem a configuração patogénica de uma carga alostática, um processo cumulativo que resulta de uma desregulação.

Parafraseando Martin Teicher, MD. PhD, Professor de Psiquiatria em Harvard:

Nossos cérebros são esculpidos por nossas experiências da infância. O mau-trato é um cinzel que modela o cérebro para o confronto com a adversidade às custas, porém, de feridas profundas e permanentes” “A sociedade colhe o que semeia pela forma como trata suas crianças. O stress esculpe o cérebro para exibir uma gama de comportamentos antissociais de natureza adaptativa…o stress desencadeia uma cascata de alterações hormonais que programa permanentemente o cérebro da criança a lidar com um mundo malévolo. Através desta cadeia de eventos, violência e abuso passam de uma geração à outra, bem como de uma sociedade à seguinte.”

Vamos permitir que as nossas crianças continuem a vivenciar experiências de dor e sofrimento emocional ou físico, exacerbadas pelo medo de viver novas experiências dolorosas? Vamos permitir que as nossas crianças acreditem num mundo malévolo? Vamos permitir que as nossas crianças se transformem em adultos inseguros? 

Agora que sabemos que as EAI são a causa das causas da maioria dos problemas da sociedade e que este tema é transversal a todos, temos a responsabilidade de criar uma estratégia concertada e mobilizar esforços em diferentes eixos, para prevenir e evitar a exposição das crianças a EAI e resgatar as vítimas. 

Cada um de nós tem o poder e o dever de assumir a sua responsabilidade individual neste desafio coletivo.

A Missão Pertinente é uma associação sem fins lucrativos que se propõe a criar um movimento social para prevenir, resgatar e requalificar as Experiências Adversas de Infância.  Há muito para fazer. 

 Tu podes fazer parte deste movimento social.

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O tema mais grave de que ninguém fala

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O tema mais grave de que ninguém fala

A exposição de uma criança a experiências adversas da infância (EAI) pode levar a alterações a nível físico e cerebral, moldar a sua personalidade, distorcer a perspetiva que ela tem de si própria e do mundo que a rodeia, comprometer o seu sistema de vinculação, minar a sua confiança, condicionar os seus relacionamentos e impactar gravemente a sua vida, comprometendo a sua possibilidade de crescer, evoluir e superar as adversidades.

As EAI podem assumir várias formas e esconder-se de nós e das próprias vítimas.  As histórias podem incluir episódios soltos ou práticas reiteradas, mais ou menos gravosas e incluem maus-tratos, a morte de um familiar ou amigo próximo, o divórcio ou separação dos pais, a exposição a ambientes de guerra ou conflito, entre outras situações que ocorrem durante o desenvolvimento do indivíduo até à idade adulta. Porém, as EAI não se resumem aquilo que acontece na vida das pessoas, mas aquilo que acontece dentro delas, como resultado dessas experiências. Numerosas evidências científicas demonstram a relação direta entre as EAI e grande parte dos problemas sociais; problemas de saúde física e mental, baixo nível de desempenho escolar e profissional, pobreza, diminuição das hipóteses de evolução a nível pessoal e profissional (falta de rendimento, produtividade), comportamentos desviantes (dependência de substâncias, álcool, jogo, instabilidade relacional, relações abusivas, conflitualidade, violência e criminalidade), risco agravado de suicídio e até morte prematura.

As EAI são mais comuns do que se pensa, mas são frequentemente silenciadas pelos venenos da mente humana, como o medo, a vergonha, a culpa e o ressentimento. Por trás de cada história silenciada estão pessoas que precisam de ser escutadas com empatia, com amor, com bondade, com compaixão. Não podemos continuar a silenciar as vítimas. Temos de colocar o tema das EAI no lugar de destaque que lhe pertence, O lugar da causa de todas as causas sociais.  Ao dar voz às EAI estamos a encorajar as vítimas a tornarem-se protagonistas das suas próprias histórias. Só dando voz a esta causa podemos assegurar uma melhor intervenção, tratamento precoce e individualizado das vítimas. Só dando voz a esta causa podemos evitar que os pais continuem por desconhecimento, por falta de apoio ou de amor incondicional e genuíno a provocar EAI aqueles que mais desejam amar.

Está mais do que no momento de abordar as questões sociais de forma abrangente e integrada, promovendo uma ação pluridisciplinar direta e musculada sobre as causas, vencendo o limite paradigmático da mera gestão das consequências. 

Tu podes dar voz a esta causa.

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Ainda andas distraído(a)

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Presta bem atenção a este texto. Ele vai transmitir-te informações que talvez ainda não saibas. Ou que talvez até já saibas, mas que ainda não percebeste que te afetam a ti, diretamente. Afeta-te a ti, aos teus e às pessoas de quem mais gostas.

 

O tema é grave, mas ainda assim há boas notícias.

 

Vincent Felitti, médico norte americano, descobriu por acaso, uma relação direta entre as experiências adversas na infância e muitos problemas da vida dos adultos. O tema rapidamente apaixonou toda a comunidade científica.

 

O que eles perceberam muito claramente foi que o stresse tóxico durante a infância é a causa da maioria dos problemas da sociedade. Doenças físicas e mentais, depressão, ansiedade, relacionamentos abusivos, hábitos pouco saudáveis, insucesso escolar e profissional, vícios, dependências de substâncias, violência e criminalidade têm uma causa comum e está identificada. As estatísticas dizem que mais de 60% das pessoas foram vítimas; mais de 16% são casos graves.

 

Crianças que foram ignoradas, abandonadas, abusadas, negligenciadas física ou emocionalmente, que convivem com a pobreza, com a doença mental ou com a violência estão praticamente condenadas a uma vida de sofrimento.

 

E, em média, morrerão 20 anos mais cedo.

 

Serão provavelmente adultos inseguros, doentes, sem estrutura, sem referências. Terão um comportamento errante. Serão julgados, abandonados, humilhados durante todas as suas vidas. Causarão as mesmas experiências aos seus filhos e o ciclo continuará perpetuamente.

 

O problema é grave e afeta pessoas de todas as classes sociais e praticamente todas as famílias. Vivemos numa sociedade acelerada que facilmente passa o seu stress às crianças. As consequências são para toda a vida.

 

Precisamos ficar atentos. Precisamos parar este ciclo. Precisamos resgatar as crianças e jovens que neste momento estão a sofrer este problema. Temos obrigação moral de requalificar os adultos que passaram por estas experiências adversas na infância.

 

A Missão Pertinente é uma associação sem fins lucrativos que se propõe a criar um movimento social para travar este problema. Estamos a juntar cientistas, técnicos, pais e toda a comunidade para criar e implementar estratégias sólidas para travar as experiências adversas na infância e as suas consequências. O tema envolve as áreas social, da saúde, da educação e da vida comunitária. Há muito para fazer.

 

É uma longa missão, mas é pertinente. Podemos fazer este caminho: da adversidade à resiliência.

 

Tu podes ajudar-nos a fazer a diferença. Podes tornar-te sócio. Podes tornar-te voluntário. Podes fazer-nos chegar o teu donativo. Podes passar a palavra aos teus amigos.

 

Precisamos de ti. Junta-te a nós. Vamos fazer a diferença. Vamos construir um mundo mais acolhedor e mais justo.

 

Por ti, pelos teus, por nós, por todos.

 

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16% das pessoas são casos graves

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Para ser mais preciso, segundo os valores internacionalmente aceites, 16,7% das pessoas sofre deste problema grave, que não é oficialmente reconhecido em Portugal.

 

Um sexto das pessoas avaliadas em vários estudos internacionais, demonstraram ter tido 4 ou mais experiências adversas da infância. São eventos potencialmente traumáticos na infância (0-17 anos), tais como negligência e experiência ou testemunho de violência. Estas experiências podem afetar negativamente o desenvolvimento físico, mental, emocional e comportamental com consequências duradouras na saúde, bem-estar e prosperidade até a idade adulta (ou até mesmo até ao fim da vida).

 

Estima-se que haja em Portugal 1.727.950 pessoas que são vítimas graves e que lidam com consequências terríveis sem compreender a sua origem. 287.800 crianças e jovens portugueses podem estar neste momento a sofrer EAI severas, sem qualquer proteção específica. Em Portugal, ao contrário da maioria dos países da Eupora, não existe qualquer programa de prevenção.

 

O problema não é , dos políticos nem é \”dos outros\”. É de todos nós. Afeta as nossas vidas, as nossas famílias e – de uma forma ou de outra – todos os que mais amamos.

 

Precisamos ficar atentos. Precisamos parar este ciclo. Precisamos resgatar as crianças e jovens que neste momento estão a ser vítimas deste problema. Temos obrigação moral de requalificar os adultos que passaram por estas experiências adversas na infância.

 

A Missão Pertinente é uma associação sem fins lucrativos que se propõe a criar um movimento social para travar este problema. Estamos a juntar cientistas, técnicos, pais e toda a comunidade para criar e implementar estratégias sólidas para travar as experiências adversas na infância e as suas consequências. O tema envolve as áreas social, da saúde, da educação e da vida comunitária. Há muito para fazer.

 

É uma longa missão, mas é pertinente. Podemos fazer este caminho: da adversidade à resiliência.

 

Tu podes ajudar-nos a fazer a diferença. Podes tornar-te sócio. Podes tornar-te voluntário. Podes fazer-nos chegar o teu donativo. Podes passar a palavra aos teus amigos.

 

Precisamos de ti. Junta-te a nós. Vamos fazer a diferença. Vamos construir um mundo mais acolhedor e mais justo.

 

Por ti, pelos teus, por nós, por todos.

 

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O dobro do PRR está a ir para o lixo, todos os anos ( 15 mil milhões de euros desperdiçados em 5 anos, ou seja, 3 mil milhões de euros por ano

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Ouvimos falar todos os dias do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, como a “bazuca”, a arma secreta que vai solucionar todos os problemas. 

O valor do PRR é impressionante. São 15.000 milhões de euros para investir em 5 anos; aproximadamente 3000 milhões por ano. Mas há um problema oculto na nossa sociedade que nos faz perder o dobro desse valor, todos os anos!

 

Cada português paga 50 euros por mês por um problema que nem sabe que existe. É estranho, não é? Bem, na verdade estes números são uma estimativa. É que nem sequer sabemos realmente quanto isto nos custa. Este valor foi estimado com base num estudo científico, publicado na conceituada revista The Lancet, efetuado em 28 países europeus, que avaliou o curso das experiências adversas na infância – Portugal não teve dados para apresentar. 

 

O que é que isso significa? Significa que o custo económico dos “traumas de infância” é enorme e ninguém o controla. Mas há pior. É que por detrás desses números estão milhões de portugueses que sofrem as consequências de um problema de que ninguém parece interessado em discutir!

 

As estatísticas dizem que mais de 60% das pessoas foram vítimas; mais de 16% são casos graves. E isto não são apenas números. Em cada uma destas pessoas há uma história de adversidade que se perpetua por toda a vida, aos mais diversos níveis. 

 

Está mais do que na hora de sair deste registo de ocultação e de ignorância e enfrentar as coisas tal como elas são. As experiências adversas da infância existem e causam danos se não forem ressignificadas. Elas podem dar origem a uma extrema vulnerabilidade ou a uma resiliência inigualável.

Vamos aprender a lidar com isto de forma a construir uma vida social de autêntico bem estar e felicidade? Por ti. Pelos teus. Por nós. Por todos.

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6 mil milhões de euros desperdiçados todos os anos

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É difícil perceber como se perde tanto dinheiro, sem que ninguém se preocupe com isso!

 

Também é difícil saber quanto é que são 6.000 milhões. É quase o orçamento anual do Ministério da Educação (que inclui todas as despesas com instalações, pessoal e materiais de todas as escolas do país). É o dobro do orçamento anual do Ministério da Ciência e da Tecnologia que financia todo o sistema de ensino universitário português.

 

Cada português paga 50 euros por mês por um problema que nem sabe que existe. É estranho, não é? Bem, na verdade estes números são uma estimativa. É que nem sequer sabemos realmente quanto isto nos custa. Este valor foi estimado com base num estudo científico, publicado na conceituada revista The Lancet, efetuado em 28 países europeus, que avaliou o curso das experiências adversas na infância – Portugal não teve dados para apresentar. 

 

O que é que isso significa? Significa que o custo económico dos “traumas de infância” é enorme e ninguém o controla. Mas há pior. É que por detrás desses números estão milhões de portugueses que sofrem as consequências de um problema de que ninguém parece interessado em discutir.

 

As estatísticas dizem que mais de 60% das pessoas foram vítimas; mais de 16% são casos graves. E isto não são apenas números. Em cada uma destas pessoas há uma história de adversidade que se perpetua por toda a vida, aos mais diversos níveis. 

 

Está mais do que na hora de sair deste registo de ocultação e de ignorância e enfrentar as coisas tal como elas são. As experiências adversas da infância existem e causam danos se não forem ressignificadas. Elas podem dar origem a uma extrema vulnerabilidade ou a uma resiliência inigualável.

Vamos aprender a lidar com isto de forma a construir uma vida social de autêntico bem estar e felicidade? Por ti. Pelos teus. Por nós. Por todos.

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Isto afeta-te a ti e às pessoas de quem mais gostas

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Os dados encontrados por investigadores, um pouco por todo o mundo, revelam uma verdade escondida e ignorada que pode estar a destruir a tua vida e a das pessoas de quem mais gostas e a vida social em geral. 

 

Os cientistas ficaram surpreendidos quando perceberam muito claramente que o estresse tóxico durante a infância é a causa da maioria dos problemas da sociedade: doenças físicas e mentais, depressão, ansiedade, relacionamentos abusivos, hábitos pouco saudáveis, insucesso escolar e profissional, vícios, dependências de substâncias, violência e criminalidade têm uma causa comum e está identificada.

 

As estatísticas dizem que mais de 60% das pessoas foram vítimas; mais de 16% são casos graves. E isto não são apenas números. Em cada uma destas pessoas há uma história de adversidade que se perpetua por toda a vida, aos mais diversos níveis. O pior é que cada uma destas pessoas se sente isolada e sozinha, dada a pressão social em ignorar a sua própria história, fingindo que está tudo bem; isto dá origem a uma farsa social de proporções épicas, não é?

 

Está mais do que na hora de sair deste registo de ocultação e de ignorância e enfrentar as coisas tal como elas são. As experiências adversas da infância existem e causam danos se não forem ressignificadas. Elas podem dar origem a uma extrema vulnerabilidade ou a uma resiliência inigualável.

Vamos aprender a lidar com isto de forma a construir uma vida de autêntico bem estar e felicidade? Por ti. Pelos teus. Por nós. Por todos.

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60% da população está afetada por este problema de que ninguém fala

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Há uma verdadeira pandemia silenciosa entre nós que permanece oculta à vista de todos. Parece um daqueles tabus de que ninguém quer falar, porque na realidade afeta a grande maioria de nós, mas insistimos em esconder, porque pensamos que só nos afeta individualmente.

Esta epidemia oculta e afeta as estruturas neurológicas e psicológicas e pode constituir uma verdadeira ameaça à qualidade de vida individual e social a todos os níveis.

Infelizmente, não existem estudos transversais que permitam aferir da realidade portuguesa, mas os dados encontrados pela investigação abrangente em várias sociedades ocidentais não deixam margem para dúvidas. Em média, 60% da população sofreu de pelo menos uma experiência adversa da infância, sendo que cerca de um sexto da população sofreu 4 ou mais, o que constituem casos graves.

Somos socialmente educados a “esquecer” ou a \”deixar para lá”, como se se pudesse virar a página, sem que nada tivesse acontecido. Só que não. Não podemos! O estresse durante a fase de desenvolvimento deixa marcas que permanecerão para toda a vida. A ignorância sobre este assunto condena-nos a uma vida mais vulnerável. A verdade é que Crianças que foram ignoradas, abandonadas, abusadas, negligenciadas física ou emocionalmente, que convivem com a pobreza, com a doença mental ou com a violência estão praticamente condenadas a uma vida de sofrimento.

 

E, em média, morrerão 20 anos mais cedo!

 

Serão provavelmente adultos inseguros, doentes, sem estrutura, sem referências. Terão um comportamento errante. Serão julgados, abandonados, humilhados durante todas as suas vidas. Causarão as mesmas experiências aos seus filhos e o ciclo continuará perpetuamente. Infelizmente, este tema não afeta apenas “os outros”. É sobre cada um de nós.

Já chega, não é? Basta de alimentar esta farsa de que “está tudo bem” quando nos sentimos obrigados a fugir da nossa própria história e de nós mesmos. A adversidade durante a infância não precisa de ser sinónimo de vulnerabilidade ou de insegurança. Em verdade, pode ser uma grande fonte de resiliência!

 

Vamos enfrentar isto de frente e criar uma sociedade realmente mais justa e mais solidária? Saiba mais em https://missaopertinente.pt

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As experiências adversas da infância matam!

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Vincent Felitti, médico norte americano, descobriu por acaso, uma relação direta entre as experiências adversas na infância e muitos problemas da vida dos adultos. O tema rapidamente apaixonou toda a comunidade científica.

 

O que eles perceberam muito claramente foi que o estresse tóxico durante a infância é a causa da maioria dos problemas da sociedade. Doenças físicas e mentais, depressão, ansiedade, relacionamentos abusivos, hábitos pouco saudáveis, insucesso escolar e profissional, vícios, dependências de substâncias, violência e criminalidade têm uma causa comum e está identificada. As estatísticas dizem que mais de 60% das pessoas foram vítimas; mais de 16% são casos graves.

 

Crianças que foram ignoradas, abandonadas, abusadas, negligenciadas física ou emocionalmente, que convivem com a pobreza, com a doença mental ou com a violência estão praticamente condenadas a uma vida de sofrimento.

 

E, em média, morrerão 20 anos mais cedo.

 

A Missão Pertinente é uma associação sem fins lucrativos que se propõe a criar um movimento social para travar este problema. Estamos a juntar cientistas, técnicos, pais e toda a comunidade para criar e implementar estratégias sólidas para travar as experiências adversas na infância e as suas consequências. O tema envolve as áreas social, da saúde, da educação e da vida comunitária. Há muito para fazer.

 

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